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Anibal Raposo

Aníbal Duarte Raposo, nasce na freguesia de Relva, concelho de Ponta Delgada, ilha de S. Miguel nos Açores, a 5 de Dezembro de 1954.

Faz parte, com José Medeiros, Luís Alberto Bettencourt e outros, de uma geração de cantautores que nos últimos 30 anos tem renovado a música açoriana com temas e poesia originais que, bebendo fundo nas raízes do cancioneiro das ilhas sofrem influências dos grandes compositores da música popular portuguesa, da MPB e até da música clássica.

De 1973 a 1978 licenciou-se no Porto em engenharia mecânica tendo à época feito parte da direcção do TUP (Teatro Universitário do porto).

De regresso aos Açores em 1978 funda diversos grupos com projecção local tais como o Construção, Rimanço e Albatroz.

Tem atuado em todas as ilhas açorianas, na Madeira, em Portugal continental e no estrangeiro e gravado diversos trabalhos para séries da TV açoriana tais como “O barco e o sonho” e “Balada do Atlântico”.

Está representado em discografia diversa com outros autores sendo de salientar os seguintes trabalhos:

• “Maré cheia” com 15 temas originais editado no final de 1999;
• “A palavra e o canto” com 11 temas originais editado em abril de 2006.

Aníbal Raposo tem musicado igualmente grandes poetas açorianos tais como Natália Correia, Emanuel Felix e Álamo de Oliveira.

Sobre o CD Maré cheia disse a imprensa:

- “.. Maré cheia é um disco que merece, de facto, ser ouvido em todo o país"
in Cartaz, jornal “Expresso” de 2000-02-19

- Fez-se músico com o vagar de quem se sente amador e por isso exige de si um atroz profissionalismo.
in Pública, jornal "O público" de 14 de maio de 2000

- Para a maior parte dos habitantes destas ilhas, Aníbal Raposo é sobretudo conhecido por ser um músico, um compositor de canções que passou, provavelmente, pelos mais importantes grupos que vincaram a existência de uma música feita nos Açores. Hoje o seu nome é já uma referência no campo da cultura insular.
in “Correio dos Açores” de 11 de junho de 2000

É membro da Sociedade Portuguesa de Autores desde 1996.


23 de julho de de 2015

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