Alma e Lua | Vanilla Jukebox

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Vanilla Jukebox

by Alma e Lua

A esperança ainda clama no deserto...
Genre: Folk: Alternative Folk
Release Date: 

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1. Terra Boa
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2. Caras Pintadas
3:53 $0.99
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3. Tatuagens
4:05 $0.99
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4. Indiana
4:06 $0.99
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5. Tempos
2:48 $0.99
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6. O Homem de Virgínia
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7. Tommy
4:34 $0.99
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8. Sobrenome: Vento
3:40 $0.99
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9. Deus Faz Novo o Velho Povo Que Escolheu
5:39 $0.99
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10. Piedade, Senhor!
4:32 $0.99
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11. Bye, Bye, Olde Hell
3:05 $0.99
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12. Atravessar a Linha da Fronteira
5:27 $0.99
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13. O Vento
5:23 $0.99
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ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
“Ela partiu cedo demais e deixou a gente com um estranho desejo de quero mais...”, lamentou o poeta Gladir Cabral em um programa da Rádio IPB do mês de abril de 2015; Rah Lua faleceu com 56 anos no dia 29 de março de 2015, vítima de um tipo raro e muito agressivo de câncer que determinou o fim de uma parceria que durou trinta anos.
Alma e Lua – Paulinho Alma e Rah Lua – decidiram que caminhariam juntos profissionalmente em 1984 após a conquista de várias premiações em um festival de música regional. Apadrinhados inicialmente por Geraldo Meirelles, descobridor da dupla Chitãozinho e Xororó, e mais tarde por Moacir Machado, responsável pela aparição da cantora Simone, chegaram ao primeiro álbum em 1989 produzido e lançado por Mickael, um dos principais articuladores do evento fonográfico do início dos anos 1970 que lançou no mercado vários cantores brasileiros entoando canções em inglês (Chrystian, da dupla Chrystian e Ralf; Mark Davis, Fábio Júnior; Dave Maclean, que continuou usando o mesmo nome artístico como músico e compositor; Morris Albert, que alcançou projeção internacional vendendo milhões de discos; Terry Winter, que mais tarde assinou várias composições sertanejas famosas e produziu vários artistas sob o cognome Chico Valente; Júnior, que invadiu as paradas de sucesso com a balada Excuse-me; entre outros). Embalados pelo sucesso do primeiro álbum, que teve várias canções nas paradas de sucesso das principais emissoras de rádio do país, Paulinho e Cida lançaram, em 1991, o segundo álbum, abandonando pouco tempo depois o que parecia ser uma promissora carreira para se engajarem em um projeto musical ousado e alternativo de cunho cristão - isso num tempo em que música gospel no Brasil era coisa de artistas fora da lei, não de oportunistas religiosos procurando um bom nicho de mercado.
Amparados fonograficamente por Celsino Gama, que era diretor executivo da Agência Presbiteriana de Comunicações Luz Para o Caminho, e ministerialmente pelo pastor Sérgio Paulo Martins do Nascimento, produziram três álbuns: Caras Pintadas (1997); Desperta, América! (1999); Sobrenome: Vento (2001).
O álbum Vanilla Jukebox, lançado apenas como uma compilação de arquivos em 2011, foi idealizado por Celsino Gama e receberia a marca LPC, não fosse pela mudança nas diretrizes da agência Luz Para o Caminho. O Vanilla, como era carinhosamente chamado pelo casal, não recebeu tratamento VIP; foi timidamente comercializado de forma independente, sem fabricação industrial, sem arte gráfica, copiado artesanalmente apenas para disponibilizar os fonogramas para seus seguidores mais fervorosos. As canções de Vanilla eram regravações das músicas mais requisitadas da dupla; receberam tratamento técnico atualizado e arregimentação mais leve na intenção de reproduzir com alguma fidelidade a sonoridade das apresentações ao vivo que eram embaladas apenas pelo som do violão de Paulinho.
Rah Lua (Aparecida Donizeti D’Oliveira e Oliveira) e Paulinho Alma (Paulo César de Oliveira) iniciaram o namoro que durou oito anos em 1978, noivaram entre 1987 e 1989, e se casaram na cidade de Casa Branca, SP, no dia 24 de novembro de 1989 – ao todo, trinta e seis anos de união. A última comemoração do casal foi no mesmo dia 24, mas de 2014, quando celebraram Bodas de Prata. Esta união deu um fruto – Roberta Indiana, nascida no dia 14 de setembro de 1993.
A última aparição do casal se deu em dezembro de 2014 no programa Meia Hora de número 52 apresentado pelo músico João Alexandre Silveira e transmitido via internet pelo portal de conteúdo cristão Koinonia. Rah, ou apenas Cida para os mais íntimos, enfrentou corajosamente os quatro meses de enfermidade, verbalizando algumas vezes não uma simples frase poética, mas uma oração em tom de proposição filosófica: “O que eu canto não é mera poesia, mas filosofia de vida... a minha filosofia de vida!”.

Rah Lua: *21 de agosto de 1958 - †29 de março de 2015

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