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Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar | Na Peleja da Navegança

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Rock: Rock & Roll Rock: 70's Rock Moods: Type: Political
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Na Peleja da Navegança

by Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar

Na Peleja da Navegança é o segundo álbum de Ayam Ubrais Barco, agora junto ao Bando do Mar.. ¿Já navegou em alto mar entre tempestades, magmas e trovões? É pra lá que o Na Peleja da Navegança vai te levar..
Genre: Rock: Rock & Roll
Release Date: 

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clip
1. Echei / O Magma & o Mar
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
2:11 album only
clip
2. A Topada & as Mãos
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:40 album only
clip
3. A Terra & o Transe
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:49 album only
clip
4. A Idade & o Aniversário
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:02 album only
clip
5. O Estilhaço & a Estrada
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:09 album only
clip
6. O Parque & o Tempo
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
4:25 album only
clip
7. O Placebo & a Plateia
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:21 album only
clip
8. O Mealheiro & a Mordaça
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
2:57 album only
clip
9. A Travessia & o Lar
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:03 album only
clip
10. A Trovoada & o Violão
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
3:03 album only
clip
11. O Sermão & a Batalha
Ayam Ubrais Barco & O Bando do Mar
4:23 album only
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ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
Lampejo & reminiscência: Os recados de Ubráis sobre o (a)mar.

Por Erahsto Felício

‘’...O Sertão vai virar mar... O Mar vai virar sertão...’’

O álbum, Na Peleja da Navegança, parte dessa profética metáfora da existência alardeada por Conselheiro.
O sagrado, porém, nesta metáfora é que para Ayam Ubráis Barco, o mar parece tão possível de caminhar como o seco chão do sertão.
O segundo álbum deste multiartista baiano está na estrada, no caminho, no meio, no fazer. Não é, então, nem intenção, nem a realização em si, é o trajeto do navegante enquanto navega.
As composições autorais continuam o esforço criativo do primeiro álbum,
“¡ Partir O Mar em Banda !”. Esta é a razão pela qual a numeração das músicas continua como se fosse mais capítulos a serem desvendados de uma história inacabada. Quem tiver ouvidos para ouvir e olhos para ver (a arte do álbum) verá sinais de uma história oculta, sinais de nosso (e um novo) tempo e da luta por inverter o fluxo (talvez da história) que ainda machuca nossa alma:

¡ VIVER SEM APRENDER A AMAR !

O sentimento do rock permanece vivo, incorporando mediunicamente ali e acolá, percussões, toques e sagacidades da cultura popular brasileira. A toada do repente tôa, mas no riff da guitarra.
Ubráis versa uma poesia que brada aos nossos irmãos, nossas irmãs de peleja.
É uma verdadeira pregação à luta contra tempos sombrios.
Como se pressentisse o ódio, o levante conservador, ele lembra ao povo uma necessidade trivial:

“NÃO ESQUEÇAM DE DAR AS MÃOS..”

Os recados ao povo, aos amantes da música, tocados pelo seu Bando do Mar, são como recordações (lampejos & reminiscências) de lições já aprendidas da boca dos mais velhos para vencer o medo, enfrentar a tempestade, voltar a ser criança, ser companheirx e não abandonar a luta.
Daí brota um toró de sabidurias ingênuas de crianças e geniosas de idosos:

“A GENTE FOI PRO FUNDO E LÁ É RASO...” ou
“¡ OS DÔDIO TEM É DIALÉTICA !’’

O sopro da trinca de metais firmou espaço no disco, talvez simbolizando que as tempestades na navegança são percalços necessários para alcançar o destino que é AMAR.
Amar, porém, não está deslocado do balanço das ondas, do esforço (e do canto) do remador, do respeito ao mar e da necessidade de lutar.

Por isto, Ubráis avisa:

“¡ ENQUANTO TIVER BAMBU, TEM FLECHA !”

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