Contracorrente | Contracorrente

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José Afonso Sérgio Godinho Victor Jara

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World: World Traditions Folk: Political Moods: Type: Acoustic
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Contracorrente

by Contracorrente

Volta ao mundo nas músicas de intervenção!
Genre: World: World Traditions
Release Date: 

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1. El Derecho de Vivir en Paz
2:53 $1.39
clip
2. A Morte Saiu à Rua
4:43 $1.39
clip
3. Txoria Txori
4:08 $1.39
clip
4. Canción del Derrumbe Índio
2:54 $1.39
clip
5. Maré Alta
2:42 $1.39
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ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
Para ti, de quem eu guardo o nome
Quando o inimigo grita, eu canto.
Quando me rouba, eu canto.
Quando me prende, eu canto.
Quando me tortura, eu canto.
Canto. Canto. Canto.
Canto, até ele não suportar mais meu instrumento
de tortura.
Cantiga é mina que mata. É remo contracorrente.
Porque correntes, só as do teu abraço.

Poema de Odete Ferreira

Dos palcos para o disco, "Contracorrente" lança o primeiro registo discográfico sob a
chancela da d'Eurídice. O espectáculo da d'Orfeu faz homenagem à música de intervenção mundial,
reunindo no seu primeiro EP homónimo cinco emblemáticas músicas, incluindo o tema "A morte saiu à
rua", galardoado este ano com o Prémio Adriano Correia de Oliveira no Festival Cantar Abril, atribuído à
melhor recriação de canções de resistência.
Tal como o projecto em concerto, o EP conta com Sara Vidal (voz), Miguel Calhaz (contrabaixo), Gil Abrantes
(saxofone), André Cardoso (guitarra), Rui Silva (percussão), sob a direcção musical de Manuel Maio (bandolim, violino
e arranjos).
O disco "Contracorrente" pretende resgatar da memória e reivindicar para a actualidade algumas das músicas e vozes
de resistência que marcaram a História do século vinte, nomeadamente "A morte saiu à rua" de José Afonso, "Maré
Alta" de Sérgio Godinho, "Txoria Txori" do basco Mikel Laboa, "Canción del Derrumbe Índio" da argentina Mercedes
Sosa e "El derecho de vivir" do chileno Victor Jara. Uma volta ao mundo cantada em vários idiomas e um manifesto
de que, ainda hoje, resistir é uma forma de existir.

Mais Contracorrente na página oficial www.dorfeu.pt/contracorrente.

Alinhamento
01 / El Derecho de Vivir en Paz / 2’52’’
(Victor Jara - Chile)
02 / A Morte saiu à rua / 4’42’’
(José Afonso - Portugal)
03 / Txoria Txori / 4’06’’
(Mikel Laboa - País Basco)
04 / Canción del Derrumbe Índio / 2’53’‘
(Mercedes Sosa - Argentina)
05 / Maré Alta / 2’42’’
(Sérgio Godinho - Portugal)

Ficha artística e técnica
André Cardoso: Guitarra Clássica, Guitarra Cordas de Aço
Gil Abrantes: Saxofones Soprano e Tenor
Manuel Maio: Violino, Bandolim
Miguel Calhaz: Contrabaixo
Rui Silva: Percussão
Sara Vidal: Voz
Léa López e Ivo Hoogveld: Design e Grafismo
Rui Oliveira: Misturas e Masterização
Gravações realizadas por Rui Oliveira no estúdio do DecA
- Universidade de Aveiro. Gravações adicionais realizadas
por Hugo Bentes nos Estúdios Musibéria, Serpa.

Contacto para Imprensa
Sara Vidal | d’Orfeu Associação Cultural
234 603 164 | 936 006 313 | saravidal@dorfeu.pt

Press Reviews
Mondo 21 –António Pires | Blitz

Costuma dizer-se, sempre que no calendário se passa a folha de dezembro para janeiro, «ano novo, vida nova». Mas será mesmo assim? Num país como o nosso e noutros como nós, os chamados periféricos, o que levam com as troikas, os resgates, as intervenções exteriores, essa frase faz cada vez menos sentido. Assim como não faz grande sentido que, num país como o nosso [sim, a frase está repetida], não haja centenas de músicos e cantores a inspirar-se nesta realidade para moldar a sua música. E é também por isso que um projecto como o CONTRACORRENTE, cujo EP de estreia foi editado em finais de 2013, é quase um OVNI absoluto avistado neste céu de poucas nuvens negras. Porque celebra corajosamente o legado primordial da música de intervenção, seja portuguesa, seja ibérica, latino-americana ou de outras paragens. No EP só estão cinco faixas - com dois [na prática três] temas portugueses, «A Morte saiu à Rua», mas com enxerto de «Cantar Alentejano» de José Afonso e «Maré Alta» de Sérgio Godinho, ao lado de temas escritos e/ou interpretados por Victor Jara, Mikel Laboa e Mercedes Sosa - mas são mais que suficientes para se perceber que este projecto da excelente cantora Sara Vidal [ex-Luar na Lubre] e dos músicos seus parceiros é um dos mais inventivos e revolucionários a aparecer nos últimos tempos neste país que é o nosso.

Resistir com os Contracorrente –Rui Dinis | A Trompa

Dos palcos para o disco, numa curta mas intensa homenagem à música de intervenção e aos seus autores. É assim o disco de estreia dos Contracorrente, um EP homónimo lançado em fins de 2013 com selo da d’Eurídice. Um disco que traz para a actualidade nomes e sons da resistência, da liberdade, temas como “A morte saiu à rua” de José Afonso, “Maré Alta” de Sérgio Godinho, “Txoria Txori” do basco Mikel Laboa, “Canción del Derrumbe Índio” do argentino Fernando Figueredo Iramain e “El derecho de vivir” do chileno Victor Jara. Mas não se trata de uma mera recordação, é antes a assumpção da intemporalidade destes cinco temas e das realidades que abordam. Como tudo continua a fazer sentido. Mais ainda quando se sente a entrega e a sinceridade com que o grupo formado por Sara Vidal (voz), Miguel Calhaz (contrabaixo), Gil Abrantes (saxofone), André Cardoso (guitarra), Rui Silva (percussão) e Manuel Maio (bandolim, violino e direcção musical) se entrega à música. Dos palcos para o disco, com talento, numa intensidade que se mantém intacta. É hora de resistir com os Contracorrente na alma.

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