Marcelo Torca | A Guerra

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A Guerra

by Marcelo Torca

Música sobre a Guerra que acontece em primeiro de janeiro em Pauliceia.
Genre: Jazz: Contemporary Jazz
Release Date: 

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1. Abertura
0:41 FREE
2. Submarino
1:11 $0.99
3. Ronda o Perigo
2:23 $0.99
4. O Deslocamento
4:01 $0.99
5. A Guerra
5:21 $0.99
6. Conflitos
7:31 $0.99
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ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
I.
Em 17 de julho de 1914 foi criado a Flotilha de Submersíveis subordinada ao Comando de Defesa Móvel, com base na Ilha de Mocanguê Grande, Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, Brasil. Era um projeto naval que desde o Império havia interesse em ser concretizado.
Numa decisão do Comando Naval, foi determinado que um submersível se encontrasse com um batalhão da Marinha em julho de 1915, no Rio Paraná, nas coordenadas: 21º 16 latitude sul, 51º 51 longitude oeste. Sem perder tempo, a tripulação do submersível seguiu as ordens, adentrando pelo Rio da Prata, Rio Paraguai e enfim o Rio Paraná.
Em 29 de junho de 1915 chegaram ao local determinado, como estavam adiantados, aportaram na margem do Estado de São Paulo, onde tiveram que improvisar o porto. O sertão como era definido a área ainda com mata nativa, densa, era um lugar com frutas nativas e muitas árvores. As frutíferas também alimentavam os peixes do rio.
Em 4 de julho de 1915 o batalhão da Marinha chega ao porto improvisado, andaram por metade do Estado de São Paulo a pé, devido a mata nativa. Tinham como objetivo verificar a veracidade sobre um tesouro no fundo do leito do Rio Paraná. Com o submarino seria possível confirmar.
Em 5 de julho de 1915 iniciam-se as investigações, encontraram alguns barris contendo ouro. O material foi recolhido. Foi comunicado ao Comando, para providenciarem o transporte.
Em 6 de julho de 1915 a tropa foi atacada por índios, Kaingang, logo ao amanhecer, pegando os soldados desprevenidos, aniquilando com todos. O ouro jogaram novamente no meio do rio, e o submersível ficou a deriva.
Depois de seis meses o Comando da Marinha ficou sabendo do ocorrido, mas como era uma operação secreta, resolveram arquivar e esquecer o fato ocorrido. Ainda não havia as condições ideais para levar a operação adiante.
Com a Revolução de 1932 no Estado de São Paulo, o comando da Marinha aproveitou o momento e juntamente com o Exército, ao patrulharem o Rio Paraná, pois havia conflitos nessa região, montaram uma infraestrutura melhor para a retirada do ouro.
Conseguiram retirar 400Kg de ouro, em águas com correnteza média. O trabalho não foi tão simples, mas como era tempo de seca, as águas dos rios tem um pouco menos de volume. O ouro foi analisado e enviado para a Casa da Moeda.
A conclusão que chegaram é que o ouro foi confeccionado a muito tempo. Poderia ter sido o ouro do Eldorado. E ali aconteceu algo, certamente estavam transportando esse ouro, e alguma coisa aconteceu ao atravessar o rio, ou tentar.

II.
O tempo passou, surgiram cidades, pelo lado do Mato Grosso do Sul, Brasilândia, pelo lado do Estado de São Paulo, Pauliceia, que se desenvolveu à partir da margem do Rio Paraná.
O local onde foi encontrado o ouro, hoje tem uma ponte, a foto é de 28 de dezembro de 2013.
Nas escavações para os pilares, foi encontrado vestígios de ouro, alguns pedaços, foram encontrados 200 gramas ao todo. Nada significativo. Mas as sondagens mostraram próximo aos pilares, a ponta de uma grande rocha.
Essas informações chegaram ao setor da espionagem, e verificaram que poderia haver 5 toneladas de ouro, e não seria possível tirar de lá sem ser visto por muitos.
Mas em tempos de internet, de língua solta, de alguma forma a notícia foi espalhada, e em 29 de dezembro de 2013, um acampamento se formou ao redor e sobre a ponte. Todos queriam uma parte desse ouro.
A falta de infraestrutura só complicou a situação, afinal, não houve como impedir tantos interesses sobre algo valioso.
Dia 30 de dezembro de 2013 às 23:00 horas começam a chegar as tropas do Exército e Marinha, lanchas, tudo indica que iriam resolver logo a situação.
Ao meio dia de 31 de dezembro de 2013 o comandante manda os invasores saírem do local, e dá prazo até meia noite para isso ocorrer.
Enquanto que a liderança do acampamento tenta buscar alternativas, descobrem que o Governo não enviou nenhuma tropa, e não havia nenhum conhecimento de haver algo no fundo do rio. Quando conseguiram essa informação já passava das 23:00 horas.
A liderança foi tentar dialogar com o Comandante, este ouviu e disse:
_ Já fomos militares, hoje não somos mais.
Puxou a arma e deu um tiro na cabeça, e as outras seis pessoas foram executadas ali mesmo. Seus corpos foram jogados no rio.
Quando o acampamento percebeu, já era 23:50 horas, e começaram a planejar uma rebelião, começaram a planejar a forma para atacarem, mas não sabiam o que tinha acontecido, sobre a falsidade das tropas, por não serem do Governo Federal, mas um bando de mercenários. Se fossem atacar, estariam desprotegidos.

III.
Os fogos ainda anunciavam o novo ano, 01 de janeiro de 2014, já passava da 00:05 horas, quando os mercenários começaram a atacar os acampados. Em cima da ponte vieram pelo lado de Mato Grosso do Sul, pelo rio começara a atirar quem estava na margem, e ficaram apostos na rotatória, para quem fugisse.
Foi uma carnificina, durou 15 minutos, com muito tiro, barulho, criança chorando, mães desesperadas, mas depois disso foi um silêncio só.
Após o ocorrido, Estavam livres para tirar as cinco toneladas de ouro, começaram a operação de resgate, era 01:00 hora da manhã, desceram até o fundo do leito, mas só constataram uma grande cratera. Alguém já tinha levado algo muito grande dali.
A decepção estava na cara de cada um, ficaram até às 06:00 a manhã, para ver se não havia mesmo nada. Interditaram a estrada, como estavam fardados, ninguém sabia o que realmente estava acontecendo.
Mas sabiam que iam ter que sumir, e muito rápido, pois a resposta viria de forma grande e com muita eficiência. Assim, para atrapalhar as investigações, colocaram fogo nos mortos e foram embora.
Estavam no prejuízo, somente uma tecnologia muito grande e nova para retirar algo tão grande, e parecia maior ainda, devido a cratera formada no fundo do leito. E não foi chamado a atenção antes.
Pelo tamanho da cratera, tinha ao menos 20 toneladas de ouro, e deve ser a chave de um dos mistérios do planeta Terra, que é o Eldorado.
Carregaram o que puderam, os barcos foram afundados, e através de aviões de cargas, foram embora para o Pantanal. Onde tinham uma base secreta.

IV.
A desgraça era grande, já passavam das 18:00 horas de 01 de janeiro de 2014, e a precisão era de mais de um mês de trabalhos, ia ser complicado e difícil, as marcas deixadas eram muitas, e ninguém tinha uma explicação para o fato ocorrido.
A guerra apenas teve inicio, muitas respostas estavam sem explicação, e não seria fácil ter essas respostas. Não era tão simples.
Até mesmo a Ilha Kwep era algo misterioso, uma ilha ao sul de Pauliceia, onde havia uma fortaleza, uma grande propriedade com muros muito altos.
Mas a vida tinha que continuar, assim como as investigações, e certamente iriam chegar em algum lugar...

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