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Revolução | Sucessos Desconhecidos

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Rock: Rock & Roll Pop: Pop/Rock Moods: Mood: Fun
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Sucessos Desconhecidos

by Revolução

Sabe aquele som que você estava procurando? Alegre, poético e cheio de verdade. Então, escute isso...
Genre: Rock: Rock & Roll
Release Date: 

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1. Amor Digital
3:42 $0.99
2. Primavera no Deserto
3:55 $0.99
3. Armagedom
4:28 $0.99
4. Você Só Pensa em Dinheiro
3:15 $0.99
5. Luzes (A Solução É o Amor)
2:36 $0.99
6. Que Tal?
3:13 $0.99
7. Gianecchini
2:36 $0.99
8. Lula
3:23 $0.99
Downloads are available as MP3-320 files.

ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
Sucessos Desconhecidos
pelo jornalista, Otávio Zonatto

"Sucessos Desconhecidos" é o primeiro álbum de estúdio da banda Revolução feito de maneira realmente profissional. O álbum traz um misto interessante de crítica (tanto sobre política quanto ao mercado da música), humor, amor e amizade. A produção de Silas Lopes é muito boa, com arranjos interessantes. As músicas são simples, com poucos acordes, mas isso não tira em nada a riqueza do material. Revolução é rock. Algumas faixas mais pesadas, algumas baladas, mas é rock.

"Amor Digital" me parecia uma letra besta, mas passei a achar uma boa sacada fazer uma declaração de amor se utilizando de termos típicos do internetês atual (como "curtir", "compartilhar", "seguir" e até "chamar atenção", que remonta aos tempos de MSN). Em termos musicais, ela também é um tanto dançante e é dividida por uma paradinha, onde o dó maior da base que acompanha quase a música toda vira um lá menor, dando outro feeling à coisa. O mais legal é a transformação promovida na letra: um amor digital, que começou na internet, vira um amor eterno e "para sempre". Pode ser uma provocação, mas pode ser verdadeiro.

Na sequência, uma música que começa aos poucos. Primeiro, o teclado. Depois vem a guitarra com poucas notas e um efeito as faz notas ecoarem. Por último, a bateria que nos convida a marchar com as batidas na caixa e o baixo só marcando – e não é preciso mais do que isso. "Primavera no Deserto" traz de maneira explícita a influência dos irlandeses do U2. A letra fala de Deus, mas sem espantar os não religiosos. Aliás, acho muito bonita a metáfora da primavera no deserto.

Seguimos com "Armagedom", também com fundo religioso, mas, na verdade, a principal mensagem é a esperança. Destaque para os backing vocals, o arranjo de cordas e a letra. Não há um refrão fixo – apesar de "O Amor é mais forte que a Vida e que a Morte" ser o mais marcante – e a métrica também não é lá muito convencional. Muitos versos são grandes e complicados de cantar, mas carregam muita força. No final temos um pouco da volta das guitarras inspiradas em The Edge. "Você Só Pensa Em Dinheiro" talvez seja a mais rock and roll do disco. A guitarra me lembra anos 80, o baixo básico, como em quase todas as faixas, e a bateria dá uma dinâmica ágil, utilizando os tons durante boa parte da canção. A letra dispensa muitos comentários, conseguindo criticar, ao mesmo tempo, consumismo e tráfico de drogas.

O rock continua na melhor música do álbum: "Luzes". A esperança está de volta em um arranjo bastante moderno. A guitarra com uma leve distorção, os backing vocals, o piano e as cordas criam uma ambiência envolvente. A primeira parada da música, com cada acorde bem marcado, e o final dela, acrescentam peso e eloquência à letra. A única reclamação sobre esta faixa é que ela poderia durar mais.

Em "Que tal?" a caixa de bateria com um som meio de lata lembra um clima de "banda de garagem". Daria pra pular bastante num show com essa faixa. A letra é bem ácida, falando de alienação, cultura de massa, futebol e Youtube. Tudo muito conciso, o recado é bem passado.

E o que dizer de "Gianecchini"? A progressão de acordes é manjada e a letra força rimas bem bobas. Ruim? A ideia é justamente questionar esse método de fazer música pop (ou aquele "sertanejo universitário", que já tinha sido atacado em "Que Tal?", juntamente com o funk carioca). O uso de versos como "os seus peidos podem ter o pior fedor" também dão um toque de "Mamonas" à composição. Também é a única do disco que tem claramente um solo de guitarra, que encaixou muito bem, por sinal.

Lula" é um misto de homenagem e sátira à trajetória dos ex-presidente, citando episódios como o mensalão e o momento em que o ex-metalúrgico perdeu o dedo mindinho. Com um arranjo bem Legião (exceto pelo interessantíssimo bumbo duplo no refrão), ela termina bem o disco. Detalhe criativo que merece destaque é a reprodução de um trechinho da melodia do Hino Nacional feita no violão depois do primeiro refrão. Vale muito a pena dedicar um pouco do seu tempo à audição de "Sucessos Desconhecidos". Lamento também que poderiam ter mais músicas, mas fico no aguardo do próximo disco. Então, já sabe: se tiver que esperar se passar uma hora e pouquinho do seu dia, por qualquer motivo, não deixe o tempo se arrastar lentamente. Espere fazendo uma coisa agradável e divertida: ouvindo (duas vezes!) o CD da Revolução

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