Tatiana Cobbett e Marcoliva | Parceiros

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Brazilian: MPB World: South American Moods: Type: Vocal
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Parceiros

by Tatiana Cobbett e Marcoliva

Parceiros são os iguais, os irmãos, parceiro é aquele que joga com você, pessoas em torno de uma ideia são parceiros. Neste trabalho você é o nosso principal parceiro! Obrigado
Genre: Brazilian: MPB
Release Date: 

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1. Na batida
3:17 album only
2. Considerações
3:57 album only
3. Felicidade É Ter Juízo
3:58 album only
4. Básica
2:56 album only
5. Soletra
4:08 album only
6. Auto Retrato
3:34 album only
7. Rosa
4:05 album only
8. Ilha
3:28 album only
9. Andara
4:04 album only
10. Taleban
6:08 album only
11. Quintal
3:06 album only
12. Paraguinguear
4:45 album only
Downloads are available as MP3-320 files.

ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
Apresentação de abertura - Sílvio Lancellotti.

Faz exatas duas décadas que eu não escrevo sobre música. Parei, em 82, num impacto, um rompante de comoção, a morte de uma amiga prezadíssima. Sim, ela, Elis. Agora, retomo o mote, em outro lampejo de enorme emoção - o primeiro Cd de Tatiana Cobbett e Marcoliva. Certo sábado desses, timidamente, Tatiana aportou em minha casa, o seu 'demo' debaixo do braço. Depressa disse que ainda precisava mixar os 12 temas em parceria com Marcoliva. No instante em que o disco principiou a rodar, porém, não me importou a tecnologia que, supostamente, ainda faltava. Imediatamente me bateu um arrepio, um anúncio precioso de sensibilidade, de competência, paixão, muito mais que a mera qualidade. Impacto, agora lindíssimo, que me tirou do passado e me devolveu ao desejo imperioso de redigir, por prazer. Pela necessidade do resgate. Ainda neste texto, Tatiana e Marcoliva, me permitem, gloriosamente, um retorno a um debate em que, quase ninguém, na MPB, ousa se imiscuir. Desde os começos da década dos 80, a MPB atravessa um dilema babaca - mergulhar no baticundum dos pagodes de quintal, na facilidade comercialóide do forro que pouco honra Luiz Gonzaga, no pseudo romanticismo dos sertanejeiros de praxe, ou no barulho tonitruante e eternamente igual dos roqueiros que não escutaram nem os Beatles nem os Rolling Stones. Vira-e-mexe eu pergunto aos meus botões: Cadê a melodia e cadê a poesia, meu santo padroeiro? Pois a Tatiana e o Marcoliva me devolveram ao oceano da poesia e da melodia. E me devolveram com uma ternura e uma inteligência de espantar. No seu CD contemplam a Bossa Nova e o Bolero, a Balada e o Samba-canção. E, nos seus versos, trafegam de suas plagas até o choque do Taleban, 11.09.2001. Parceiros desde a virada do milênio, lá em Florianópolis, na Ilha de Santa Catarina, os dois compõem intuitivamente, como convêm e como faziam, vá lá, tenho o direito de exagerar, Custódio Mesquita, Noel Rosa, Cartola, Nelson Cavaquinho - e muitos pares da mesma estirpe. Melhor em dupla, expõem os seus temas de maneira inaudita, mais se agregam do que se somam, mais se entremeiam do que se completam, as suas vozes verdadeiros instrumentos, os graves privilegiados de Tatiana e os glissandos empolgantes de Marcoliva. Eu diria, sem o temor de exacerbar nos elogios, que Tatiana e Marcoliva, de certo modo, talvez até sem perceberem, inventaram um novo estilo de cantar, teatral, encenativo, embriagante. Sim, vozes - e que os intérpretes de plantão, por favor, liguem as suas antenas. Não sabem como e onde buscar o repertório? Recorram à Tatiana e ao Marcoliva. E não sabem como modernizar o seu estilo? Imitem a Tatiana e o Marcoliva. De algum ponto perdido no Céu, eu quase que ouço a Elis me falar. Estivesse por aqui, entre nós, a baixinha já disporia de muitas maravilhas para entoar. Sílvio Lancellotti, Março de 2002.

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