The Red Lights Gang | 13

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Rock: 50's Rock Country: Alt-Country Moods: Mood: Fun
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13

by The Red Lights Gang

VINTAGE ROCK'N ROLL
Genre: Rock: 50's Rock
Release Date: 

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1. Honky Tonk Devil Girl
4:00 $0.99
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2. (What A) Bad Luck
3:29 $0.99
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3. Twin-Set Girl
3:09 $0.99
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4. I'm Down
2:29 $0.99
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5. 36 Bucks
2:53 $0.99
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6. Ballad of Killer Train
4:25 $0.99
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7. In the Barbershop
5:04 $0.99
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8. Burning Eyes
4:30 $0.99
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9. Moonshine Queen
2:59 $0.99
clip
10. Lord Gave Me a Sign
4:50 $0.99
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11. Mason Jar Blues
4:05 $0.99
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12. R.L.G.
2:50 $0.99
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13. The Devil's Knocking
3:38 $0.99
Downloads are available as MP3-320 files.

ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
"Provavelmente o disco mais aguardado do ano aqui. Ou seria nos últimos anos? Não, não é nenhum exagero essa afirmação. Pra quem acompanha a banda em suas fantásticas apresentações ao vivo, ficava sempre aquela enorme expectativa de como seria o resultado, de como eles soariam em estúdio um dia. E posso afirmar que valeu a pena essa longa espera. E muito! O resultado? Um trabalho de altíssima qualidade. Seja nas composições, na excelente qualidade da gravação (que conseguiu de certa forma o difícil feito de transmitir o que é a banda nos palcos para o estúdio) ou no belo trabalho gráfico do disco, de muito bom gosto."
Fico já imaginando aqui uma versão em vinil um dia, seria uma beleza.
Voltando ao disco - que é o que realmente interessa - seria muito injusto encontrar destaques entre as faixas. Todo o álbum - do início ao seu final - soa extremamente poderoso e consistente. Com vários potenciais ‘’hits’’ ou simplesmente futuros clássicos do gênero. E, mesmo assim, algumas músicas que já conhecia em shows mais que me surpreenderam no estúdio. O que foi ótimo.
A participação de alguns músicos e instrumentistas convidados deu um belo resultado e charme ao trabalho todo também. Basta ouvir “Ballad Of Killer Train”, por exemplo, pra entender o que quero dizer. E um disco que abre com uma faixa como “Honk Tonk Devil Girl” obviamente que não é um album qualquer. “Moonshine Queen” é outra faixa que ‘’pega’’ você de jeito também, com uma levada e clima únicos.
É sensacional como a banda consegue transitar entre um Rockabilly como na canção ”In The Barbershop” ou em Country como “The Devil’s Knocking” com tanta eficiência e domínio. Aliás, é assim quase durante todo o disco. Ambos os estilos soando em total harmonia. Isso é pra quem sabe fazer, realmente. E são poucos hoje em dia, muito poucos.
“Twist-Set Girl” é simplesmente linda, mesmo! E ainda assim romântica também. Numa época em que essa palavra infelizmente é associada a coisas de um gosto/conteúdo musical um tanto duvidoso!
É um disco pra escutar com muita calma, prestando atenção nos seus ricos detalhes, em todos os momentos. E pra ouvir alto também. Ele tem uma vibe tão boa que com certeza vai fazer seu dia mais feliz . Ou fazer você se sentir muito bem enquanto ele toca, se preferir.Acho que é isso que esperamos no final, quando escutamos música, não é mesmo? Seja qual for o estilo ou em que época foi feita, gravada. Sentir todo seu poder, suas tantas emoções e sensações (todas possíveis) e entrar no mesmo clima e sintonia transmitida por ela de certa forma.
Agora faça um favor pra você mesmo e compre esse disco o mais rápido possível. Escute ele muitas e muitas vezes. Vai te fazer muito bem, aposto. E não perca um show dos caras se puder, suas apresentações, como já disse antes, costumam ser sensacionais, sempre!" - Rockabilly Psychosis

"Eles foram fortemente influenciados por Buck Owens e Johnny Cash, isso é indiscutível, mas eles fazem uma viagem entre gêneros, que mesmo não sendo tão parecidos, acabam casando muito bem. No próprio teaser do disco os membros disseram de que gêneros vieram. Isso inclui Folk, Psychobilly, Heavy, Indie e claro, Rockabilly.
O disco começa com uma canção já conhecida deles, "Honky Tonk Devil Girl", mas no disco foi totalmente renovada, com um toque mais "modernete"? Não diria bem "modernete", mas algo mais trabalhado e rebuscado que a primeira versão.
"(What a) Bad Luck" começa já com uma bateria feroz e tem uma pegada bem dançante, simplesmente fantástica e como já é de influência, mixa Country e Rock 'n' Roll de primeira!
"Twin-Set Girl" e a canção de amor do disco, como não poderia faltar, para todo casal apaixonado dançar com o rosto coladinho, ou não. O trabalho com violão e guitarra nessa canção é muito bom, sem falar da incrível voz.
"I'm Down" sem dúvidas é a minha música favorita do disco todo, não que as outras não sejam, mas essa é um Rockabilly de primeira, não aqueles sons "suco com pão" que todo mundo fala que é "anos 50". Não! Esse som é pra chutar o pau da barraca.
O que falar de "36 Bucks"? Só ouvindo para ver como o dueto entre Américo e Rodrigo Haddad rolou muito bem, alias, a canção é um tributo ao Buck Owens. A diferença das vozes tornou a canção única, assim como a guitarra bem tocada, baixo e bateria impecáveis também.
"Ballad of Killer Train" tem uma pegada mais obscura, dando aquela sensação bem Western, com alguns metais ao longo da música adicionam um toque mais latino.
"In the Barbershop" virou até videoclipe oficial da banda, uma canção que nos mostra como a banda funciona. O entrosamento ai é incrível.
"Burning Eyes" tem outra pegada mais direcionada ao Rock 'n' Roll, uma instrumentalização incrível foi utilizada ai.
"Moonshine Queen", na versão original tinha uma pequena narração no começo, que foi retirada para dar lugar a um belo violino que fica meio escondido ao longo da música. Outro ótimo Rock 'n' Roll da banda.
"Lord Gave Me a Sign" apenas com um violão, teclado e voz (e baixo, provavelmente) foi feita uma canção incrível, que está em uma linhagem mais Folk eu diria. A letra é linda.
"Mason Jar Blues" tem uma marca mais Country, não Outlaw como algumas anteriores, mas algo mais parecido com o estilo do Johnny Cash na Columbia Records. Ou até com os primeiros discos do Waylon Jennings, isso fica mais do que claro para quem conhece os dois artistas.
"R.L.G.", ou "Red Lights Gang", uma música que fala um pouco da música, um Outlaw Country Hillbillyzado, que com toda certeza, fará você dançar. O efeito no vocal é muito bacana, o lap steel também, e como percebemos, o disco vem mesclando vários gêneros.
"The Devil's Knocking" para fechar o disco com mais um Country dançante de primeira, mais uma história clássica nas canções Country da metade dos anos 60, como "Bad News" e "Mr. Lonesome" do Johnny Cash, "Man of Constat Sorrow" e "Mental Revenge" de Waylon Jennings, claro, com aquele toquezinho de melancolia no vocal (assim como em "I'm Down").
Fica claro que a banda não tem um gênero definido, eles são simplesmente Red Lights Gang. E é assim que este disco, um lançamento muito bom, com um preço super bacana, vale cada centavo." - Southern Rock Brasil

"Banda formada em 2009 com figurinhas carimbadas dos roles de Rockabilly e Punk da capital paulista, esse quinteto faz um som bem calcado em influências que passam desde os pilares do estilo como Stray Cats, Marty Robbins, Johnny Cash, remetendo a algumas coisas bem sulistas como Marshall Tucker Band sem o banjo e violino.
Com treze músicas o disco começa com Honky Tonk Devil Girl, trilha que faz qualquer amante do estilo topetudo bater o pé e sair dançando com sua gata.
(What a ) Bad Luck, Twin-Set Girl, I’m Down, In The Barbershop e a já classica Moonshine Queen dão o toque vintage ao seu rádio mono.
A banda mantem uma proposta old school mas com bastante personalidade e músicos competentes, fazendo qualquer amante do estilo ou não ficar com vontade de ir tomar um milk shake e assistir um filme no drive-in." - Besouros.Net

“Die Rockabilly-Szene ist vielleicht nicht allzu groß, aber komplett weltweit verbreitet. Also kein Wunder, dass es auch in der brasilianischen Hauptstadt erstklassige Genre-Bands gibt. Mit „13“ stellen sich The Red Lights Gang vor, die mit ihren - natürlich 13 - selbstkomponierten Songs nicht nur spielerisch und kompositorisch ganz weit vorne stehen, sondern auch durch eine gekonnte stilistische Verortung überraschen. Klassischer Rockabilly, Early Country und Western Swing sind die Hauptkoordinaten, aber mit „Lord Gave Me A Sign“ gelingt den Südamerikanern auch eine Akustik-Ballade mit Folk- und Westcoast-Flair ohne Probleme. Die Band setzt zudem auf eine glasklare, moderne Produktion, was die Songs in ihrem Falle viel besser zur Geltung bringt als ein 50’s-Retro-Klangbild. Nicht erstaunlich, dass die Jungs in ihrer Heimatstadt zu den gefragtesten Genre-Acts überhaupt gehören. Denn „13“ kann man tatsächlich mit gutem Gewissen als Genre-Highlight empfehlen!” - JPC Your Global Music Player.


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